Paulo é um amigo que se foi.
Há dois dias faria 90 anos.
Paulo me lembra um violão, o sopro da aceleração ao mudar de marcha no caminhão de queixo duro, a solidariedade discreta, uma cervejinha gelada, os cuidados com a carne, a paciência da escuta, os atos de amizade, o futebol. De muito não me lembro assim, lembro mais do indefinido que o difuso sentimento me trás. Oi Paulo, aí deste mistério onde tranquilo é, conta mais um causo, daqueles de menino de Jacu que alegram você e a nós que, ao perdoarmos seus defeitos, nos perdoamos a nós mesmos... e guardamos sua alegre memória no coração como agora.
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