sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

708 Candomblé - Fita 01 parte 2 Material original




Durante cerca de dois anos, no final dos anos 80 do século passado, acompanhei rituais e preparativos para a iniciação de uma filha de santo, uma muzenza. A partir da relação de confiança estabelecida com o pai de santo, Rubens de Oliveira - o Mesu Ku Nzambe – gravei, a maioria das vezes, sozinho, de maneira bem simples, um tanto do cotidiano do Ilê de Ozoane da Gebi da Romeia, então estabelecido no bairro de Posse, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Os registros gravados, entre 30 e 40 horas de material, foram editados e, em 1989, lançamos no ISER, Rio de Janeiro, o documentário “ Candomblé – Momentos de Iniciação “, disponível no link https://www.youtube.com/watch?v=ZSCd2pdeo_U E, mais recente, uma versão integral deste mesmo vídeo editado, legendado em inglês: Candomble – Moments of Iniciation https://www.youtube.com/watch?v=Dhsoc-QP0pM Agora, com a intenção de contribuir para estudos, para a preservação da cultura, para o bem estar da Humanidade, estou colocando no Youtube estes registros originais, não-editados, brutos. Assim, colocados ao alcance do público interessado, nenhum destes registros pode ser modificado, editado, mexido. Nem pode ser comercializado. Agradeço a cada uma das pessoas aqui registradas, pelo bem que proporcionam a cada um de nós que usufruímos destas vivências e conhecimentos decorrentes. Com prazer, Luiz Ferrnando Sarmento * O candomblé é uma religião de origem africana. Deuses e ancestrais reverenciados se manifestam através de seus adeptos, de seus filhos. Predominam quatro grandes nações: Angola, Alaketu, Jeje, Ijexá. Inquices, Orixás, Voduns compõem seus pantheons. Nos templos, famílias espirituais se reúnem. Os mistérios, os segredos, os fundamentos, são apresentados a cada pessoa, de acordo com sua função, envolvimento, devoção. Tradições são preservadas e cada batida de atabaque, cada gesto, cada ato, cântico, dança, cada planta, cada comida, tem o seu significado. * Talvez de interesse, outro vídeo, editado: Folhas Sagradas – O verde no Candomblé https://www.youtube.com/watch?v=oVXltW0NA5E E, ainda talvez, mais informações em www.luizsarmento.blogspot.com.br * Gravações realizadas por Luiz Fernando Sarmento Ilê de Ozoane da Gebi da Romeia Posse Nova Iguaçu Rio de Janeiro Brasil Por volta de 1988 a 1991

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

707 Candomblé - Fita 01 parte 1 Material original




Durante cerca de dois anos, no final dos anos 80 do século passado, acompanhei rituais e preparativos para a iniciação de uma filha de santo, uma muzenza. A partir da relação de confiança estabelecida com o pai de santo, Rubens de Oliveira
  • o Mesu Ku Nzambe –
gravei, a maioria das vezes, sozinho, de maneira bem simples, um tanto do cotidiano do Ilê de Ozoane da Gebi da Romeia, então estabelecido no bairro de Posse, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Os registros gravados, entre 30 e 40 horas de material, foram editados e, em 1989, lançamos no ISER, Rio de Janeiro, o documentário “ Candomblé – Momentos de Iniciação “, disponível no link    • 245 Candomblé - Momentos de Iniciação - In...   E, mais recente, Uma versão integral deste mesmo vídeo editado, legendado em inglês: Candomble – Moments of Iniciation    • 246 Candomble - Moments of Initiation – In...   Agora, com a intenção de contribuir para estudos, para a preservação da cultura, para o bem estar da Humanidade, estou colocando no Youtube estes registros originais, não-editados, brutos. Assim, colocados ao alcance do público interessado, nenhum destes registros pode ser modificado, editado, mexido. Nem pode ser comercializado. Agradeço a cada uma das pessoas aqui registradas, pelo bem que proporcionam a cada um de nós que usufruímos destas vivências e conhecimentos decorrentes. Com prazer, Luiz Ferrnando Sarmento * O candomblé é uma religião de origem africana. Deuses e ancestrais reverenciados se manifestam através de seus adeptos, de seus filhos. Predominam quatro grandes nações: Angola, Alaketu, Jeje, Ijexá. Inquices, Orixás, Voduns compõem seus pantheons. Nos templos, famílias espirituais se reúnem. Os mistérios, os segredos, os fundamentos, são apresentados a cada pessoa, de acordo com sua função, envolvimento, devoção. Tradições são preservadas e cada batida de atabaque, cada gesto, cada ato, cântico, dança, cada planta, cada comida, tem o seu significado. * Talvez de interesse, outro vídeo, editado: Folhas Sagradas – O verde no Candomblé    • 170 Folhas Sagradas - O Verde no Candomblé   E, ainda talvez, mais informações em www.luizsarmento.blogspot.com * Gravações realizadas por Luiz Fernando Sarmento Ilê de Ozoane da Gebi da Romeia Posse Nova Iguaçu Rio de Janeiro Brasil




sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

699 Atos políticos



Resistência política, ato político. Sinto, ajo politicamente quando compro meus alimentos. Sinto que ajo corretamente quando os compro de pequenos produtores rurais. Mais ainda, quando produtores orgânicos, aqueles que não usam agrotóxicos e respeitam o ecossistema. Atuo politicamente quando compartilho o que me transborda, seja dinheiro, objetos, recursos. Seja amor em forma de abraço, olhar, compaixão, solidariedade. Estou em ação política quando trato o outro como gosto ser tratado, seja filho, amigo, vizinho, empregado, colega de trabalho, seja um conhecido ou desconhecido. Sou político no ato de cuidar de mim, seja na escolha do que penso, falo, faço, seja na escolha do que como, ouço, leio, cheiro, sinto. * Também, ao contrário. Tomo posição política quando acumulo meus bens e recursos e afetos. Ou quando nem cuido de mim nem cuido do outro. Se acumulo mais que necessito e a outros faz falta. Se faço mal a outro, se prefiro produtos processados, tudo ato político. Cada ato meu, um ato político. Mesmo que eu não tenha consciência. Ato político porque interfere no todo, interfere em outras vidas, além da minha. * Esta, a micropolítica. Usufruo, no cotidiano, do meu micropoder em favor de todos nós. Sinto, intuo mais que pressuponho, somos todos um. Eu, cada um, um homem incomum como qualquer um. Somos únicos e somos um. Compomos, somos um tanto o todo. Interfiro na macropolítica com meus micropolíticos atos. Minhas pequenas escolhas do dia-a-dia expressam quem sou. Ou quem, naquele momento, estou. Educo quem convivo com as decisões que pratico. Sou um tanto o que faço. E minhas escolhas informam a outros quem, de fato, sou. * Assim, como, intuo, cada um, com meus pequenos poderes, acrescento bem ou mal ao mundo, de acordo com meus desejos, possibilidades, escolhas e movimentos. Meus micropoderes interferem na macropolítica. O que não posso me faz impotente. O que posso me torna potente. Descubro minhas potências quando faço cada escolha. * Ao refletir, aprendo o sentir, o escutar, falar, o agir. * Tem sido um aprendizado, isto de escolher o que viver, a cada momento. Mas, quanto mais pratico o que faz bem a mim e a outros, melhor me sinto. Luiz Fernando Sarmento www.luizsarmento.blogspot.com.br uma vida incomum como qualquer um 57 * Gravação caseira, Luiz Fernando Sarmento Vargem Grande Teresópolis Rio de Janeiro Brasil 26 de junho de 2018



676 vida imprevista




Salvando O Seu Coração, o best-seller dos anos 90, me anima salvar o meu. Antes, dei uma guinada. Quando quem me acolheu, André, me falou do que é. Mudei minha vida, ao escolher a comida. Em meu coração, sinto, influências de emoções. Além dos mistérios do espírito, ali. Das relações, aqui. Da vida, além. Hoje, prevejo o dia, mesmo sabendo: será, total, parcialmente, diferente do que desejo. Levantarei, ioga, frutas, caminhada, visita de amiga ao Rio, chegada de filho, nora, netos. O resto do dia, incerto. Talvez telefonemas, leituras, cozinha, inesperado céu ao léu. Ontem, encontro dos bons, amigos em construção. Amiga e amigo a rever o já feito, a planejar, procurar um jeito, oferecer, a quem deseje, conhecimentos que bem nos tem feito. O amigo, forte referente, um norte amoroso, experiente vegano, homeopata, cardiologista, cirurgião em mutação. A amiga, receptiva, aberta ao mundo, com seu estudo profundo, sua simplicidade, dedicação à livre vida, à alimentação. Almoço no Panela de Barro. Eles seguiram. Eu me preparei e fui cuidar de receber, levar papéis de batismo de netos à igreja. De lá, aula de ioga, meus músculos reclamam, permanece o desejo de reaprender a andar, sentar, deitar, me movimentar. Me faço um carinho, como um pão no caminho. Já na cama, li um pouco – Em Busca da Vida Depois da Morte. Dormi, acordei, inicio novo dia. Imprevista vida. * Há anos, só lavo a cabeça com água. No corpo, eventual sabão. Me sinto limpo com a água fria que vem sozinha ou depois da quente. Tenho meus cheiros, função do que bebo, como e pego e ponho. Gosto de mim assim. * Hoje, um dia parecido com outros sábados. Feira orgânica, cebola, tomate, limão, laranja, coentro, couve. Alho-poró, mandioca, batata inglesa e doce. Banana-mel, beterraba, feijão verde e preto. Abóbora, carlotinha. Na feira comum, água de coco, mamão. Dia igual, mas não tão. Preparo o almoço, separo a roupa, tomo meu banho, como, escrevo um pouco, me visto e vou. Passarei no banco, tomarei um ônibus, irei à igreja pro batizado dos netos. E mais não sei. Daí pra frente, dia diferente. * Tenho focado, amigo, na minha potência. O que não está ao meu alcance me angustia. Assim, minhas pequenas decisões têm me facilitado a vida. Penso, antecipo sentimento antes de ligar o botão da tv. Quase já sei que vou me angustiar, me indignar. Não ligo. Penso, sinto, antes de mais uma garfada, após a fome saciada. Quase que sei que me sentirei pesado, cansado, com a digestão alterada. Evito a garfada a mais. Penso, sinto, antes da palavra sair, antes da escrita, antes do assunto escolhido. Evito falar do que não me faz bem, nem a outro, nem a ninguém. E tenho escolhido a caminhada, a ação, o que penso, o que falo, o que vejo, o que ouço, o faço, o que sinto Tudo aprendizado, dia a dia, ato a ato. Agora, por exemplo, evitei operação de safena, mudo a alimentação. Estou vegano. Às vezes me torno um chato, com estas radicalizações no estar no mundo, mas meu indicador – meu humor – tem me facilitado escolhas. Se bem-humorado, caminho certo. Se mal, me pergunto: que devo mudar em mim, pra viver bem, neste mundo como ele é. Tento, tropeço, vivo, aprendo. E erro e tento e tropeço e acerto e mudo...quando consigo. Bons dias, desejo as melhores escolhas, já que, percebo, sou, somos, governador, presidente do meu, do nosso amor, da própria mente. Obá. Luiz Fernando Sarmento www.luizsarmento.blogspot.com.br uma vida incomum como qualquer um 49 Catete Rio de Janeiro Brasil 12 de abril de 2018

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

serviços públicos

serviços públicos 

.0.
Talvez eu esteja enganado, neste livre pensar em um mundo melhor pra todos nós. 

.1.
Fico matutando. Funcionários, cada um em suas funções, fazem funcionar instituições. 

.2.
Instituições privadas, grosso modo, visam lucros para seus donos, destinam-se a servir a seus donos. Lá o público vai - se é bem servido. Se não, não vai.

.3.
Instituições públicas foram criadas para servir à população. Seus funcionários – servidores públicos – são contratados para servir ao público.

.4.
Matuto mais. Cada funcionário público tem o compromisso de cuidar, colaborar para que a instituição pública cumpra sua função de bem servir ao público. 

.5.
O público deve cuidar dos seus funcionários. Os funcionários devem cuidar das instituições que servem ao público. 

.6.
A instituição, pública ou privada, produz resultados, frutos do trabalho de quem nela trabalha. 

Cada funcionário público é responsável, com o trabalho que lhe cabe, pelos resultados do funcionamento da instituição pública para a qual trabalha. 

.7.
Para bem funcionar, o funcionário deve ser bem cuidado por quem os oriente. Espera-se, também, que cada funcionário público cuide tão bem de si como cuide do público a quem serve.

.8.
Lembro de ancestrais indígenas. A função do cacique era servir à tribo. Se bem não servia, não servia pra ser cacique.

A paga do cacique era o reconhecimento que recebia. Quanto melhor servia à tribo, melhor prestígio tinha. O cacique era um servidor do seu público. Se não fosse bom servidor, não mais seria servidor. 

.8.
Cá comigo, avalio cada instituição pública. Um indicador facilita minha avaliação: a satisfação pública. 

Se, na instituição, a boa vontade vigora, reconhecimentos e aplausos, agora. Cada erro, cada acerto, o caminho é um aprendizado. Como resultado, passo a passo, a instituição se transforma, cumpre sua missão, melhor serve ao seu público.

.9.
Empaco na minha matutice. Não sei o que devo fazer para cuidar de servidores públicos que cuidam de mim com boa vontade – além de reconhecê-los e aplaudi-los.

.10.
Também não sei o que devo fazer para despedir-me de servidores públicos que tratam mal a mim e ao próximo – e, imagino, tratam mal a si mesmos. 

Uma contradição - como poderiam bem cuidar de outros se nem cuidam bem de si?   

.11.
Eu me alegro quando lembro de serviços públicos que me cuidam. Lixeiros, por exemplo. 

Confesso, não cuido bem dos lixeiros como os lixeiros bem cuidam de mim. Quero aprender a transformar minha admiração pelos lixeiros em reconhecimentos e agradecimentos.

.12.
Eu me entristeço quando lembro de muitos dos serviços públicos executivos, judiciários, legislativos. Há contradição entre sua missão – servir ao público – e sua realização. Cumprem mal suas missões, não fazem bem ao público.

Mas me alegro com outros serviços públicos – aqueles que tornam mais fácil a vida da população, inclusive a minha. 

.13.
Se a instituição pública não serve ao público, perde o sentido sua existência. Se o servidor público não serve ao público, perde o sentido a sua razão de ser.

.14.
Polícia, por exemplo. Sua missão, bem cuidar da população. Este seu desafio.

Se a polícia bate, mata, morre – não educa nem a si nem à população – não serve para realizar a missão a que a instituição se destina – servir ao público. Mas, se a polícia se cuida, se educa - não bate, nem mata, nem morre – quero reconhecer, agradecer. 

.15.
Tudo começa em casa, lembro Winnicott. Talvez faça bem ao servidor público aprender bem se cuidar, ser bem educado consigo mesmo, com seus próximos, com seu público.

Imagino cada servidor público a cuidar de outros como bem cuide de si - cada servidor a amar ao próximo como a si mesmo. Afinal, a quem serve o servidor público? 

.16.
Um desafio – melhor pra todo mundo – o servidor público bem servir ao público. O servidor também é público. 

Este mundo novo que cada um de nós, do seu jeito, está agora construindo, como será? 

.17.
Lembro o que há muito se desvendou - o que vale, mesmo, é a boa vontade. Se a boa vontade impera, impera o prazer - o medo já era.

.18.
Se a instituição pública não serve ao público, perde o sentido sua existência. Se o servidor público não serve ao público, perde o sentido a sua razão de ser servidor.

.19.
Mas, bom senso, se o serviço público bem serve à população, viva o servidor público. Cuidemos bem de cada servidor público como bem cuide de nós. 
Luiz Fernando Sarmento
www.luizsarmento.blogspot.com

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

265 A Ética na Participação Social - Benilton Bezerra Júnior




Benilton Bezerra Júnior, psicanalista, compartilha conhecimentos, estimula reflexões, fomenta transformações. Produção: Luiz Fernando Sarmento e Gilberto Fugimoto de Andrade Gravação e edição: Gijs Andriessen Palestra realizada no Sesc Rio. Rio de Janeiro Brasil 2006 1h 08min 28seg



276 Um tanto do Brasil em 1988 - Curta




Curta este curta: é uma homenagem aos trabalhadores deste mundo brasileiro, a todos que colaboraram e colaboram para o bem estar de todos nós, representados aqui por Eliomar Coelho, Lula, Bia Cintra, Jones de Freitas... e pelos músicos da Feira de São Cristovão. 1988. Campanha a vereador do Rio de Janeiro. As lembranças são boas, me emociono... e compartilho, com prazer. Agradecimentos especiais: Claudinha Claudinho Floriano Gugu Inês J. Nunes Julinha Magali Maguila M. Carlos Marilene Rosemberg Rugi Waldir Equipe TV-Rua Efeitos especiais: Eduardo Vasconcelos Assistência geral: Heitor Martinez Colaboração especial: Lúcia Gutierrez Arte final: J. Baracho e Lili Algebaile Apoio de edição: Bia Cintra Apoio de produção: Maria do Rosário Editado na MEK Vídeo Ltda Produção geral: Jones de Freitas Câmera, som, edição: Luiz Fernando Sarmento e Heitor Martinez Direção: Luiz Fernando Sarmento 15’ 20”

211 Artistas de Rua II




Péricles Bhaltriner e Messias dos Santos Paixão mostram sua arte, falam um tanto de si. Vinicius Longo dá um depoimento. Edição: Alberto López Mejía. Direção, realização: Alberto LópezMejía& Luiz Fernando Sarmento. Realizado em 2009. No total, aproximadamente 9 minutos. Rio de Janeiro Brasil






segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

avós, século xix



Avós, frutos do século XIX...

169 Terapia Comunitária - Uma Roda em Minas Gerais




Terapia na prática.
A Terapia Comunitária utiliza uma metodologia simples que facilita formações de vínculos e estimula solidariedades. Em roda, um espaço para cada um falar de problemas do cotidiano, de questões que afligem, trazem insônia, incomodam. Na terapia comunitária, cada um torna-se terapeuta de si mesmo, a partir da escuta das histórias de vida que ali são relatadas. Aqui, Terapia Comunitária na prática, realizada com a participação de artistas de Minas Gerais, articuladores da Rede Comunitária de Cultura. Edição: Christiane Agnese. Direção, realização: Luiz Fernando Sarmento. Realizado em 2009. No total, aproximadamente 20 minutos.





244 Energia Orgônica em Saúde Pública



Dr. Emílio Mira y López pesquisa, promove a utilização de energia orgônica em hospital público do Rio de Janeiro. Direção de Luiz Fernando Sarmento e Emílio Mira y López Rio de Janeiro Brasil





1998

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

viagem

 




viagem

fungos
nas unhas dos pés

hérnias
inguinal e de hiato

artérias coronárias
entupindo

o dente
a prisão de ventre

cataratas nos olhos
memórias falsas

bons os atos falhos:
não falham

contradições
a lucidez
a alegria de ser
o prazer em viver

e em cima do muro
a rima

tudo furo
sinais da idade

a vida viagem







tempo de construção








tempo de construção


agora, mão na massa

antes, cavar a cova
semear o novo

tudo um tanto assim
com o grão da graça

outros tantos um tudo
ubuntu

um só
universo e eu
eu santo um tanto

duvido de mim
sei nada da fala

de onde vem
nem sei

sei, tudo novo
novo, experimento

escolho

nunca vivi
o que agora vivo



terça-feira, 18 de novembro de 2025

caminho

 caminho

à procura de um olhar
às vezes, veem, vêm
e não vejo
fico só neste desejo
um toque, um abraço, um beijo