Os mesmos fatos,
visões diferentes. É assim em relação à própria criação do universo, da terra,
do homem. Ser ou não ser, passam os séculos, ao fundo permanecem esta e outras
questões. Cada homem, do seu jeito, cultiva – ou não – sua própria evolução, em
tentativas de viver melhor. A soma destas revoluções individuais se traduz na
evolução da humanidade como um todo.
A memória nos lembra
de nossa história recente: vida rural, industrial, pós-industrial. Agora
globalização, fase de stresses,
tendências desumanizadoras. Indivíduos, bairros cidades, países fortes e fracos
– é só olhar ao longe e ao redor – destinam recursos para armas.
Volta e meia,
implosões de insatisfações que – juntas – se transformam em conflitos e
confrontos coletivos. A vida, breve: tempo curto para lutar contra. O buraco –
quase sempre – mais embaixo. O inconsciente individual e coletivo – parece –
induz nossas ações.
Por outro lado,
olhando bem, sinais de vida no planeta Terra. A favor do homem. Também aqui,
cada ato traz resultados. No que pode neste barco, cabe a cada um de nós – que
deseje – refletir, nortear, realizar seus gestos.
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