Inteligência coletiva.
Este vídeo registra a articulação
de uma comunidade,
utilizando seus próprios
recursos.
Imagine
Pessoas interessantes e
interessadas
– moradoras de comunidades
populares menos favorecidas –
se encontrando.
Ali se apresentam e trocam
informações,
conhecimentos... e recursos.
Imagine que destes encontros
participam outras pessoas e
instituições interessadas,
pelos mais diversos motivos,
no bem estar coletivo.
Instituições públicas,
privadas,
do terceiro setor.
Imagine que nos momentos dos
encontros
nos colocamos iguais.
E que este espaço neutro está
aberto
a todos que se interessem,
independente de raça, credo,
cor, partido...
Ali seres diferentes,
mas iguais em direitos e
responsabilidades,
oferecem, um de cada vez,
o que desejam
e podem oferecer.
E procuram o que eles próprios
ou suas comunidades e
instituições necessitam.
Encontros transparentes,
onde cada um dá e recebe força
para um e de outro,
de e para todos.
Imagine
que estas ofertas e procuras
declaradas em cada encontro
sejam escritas e distribuídas
entre os presentes.
A realidade mostra:
muito do que é procurado por
moradores
de comunidades populares menos
favorecidas...
pode ser oferecido por
moradores de outros locais,
por instituições privadas,
públicas,
de interesse coletivo.
Estas procuras e estas ofertas,
muitas e muitas vezes,
não se cruzam, não sabem umas
das outras.
Imagine se o que procura
encontra
o que oferece...
*
Saiba mais:
Este texto é parte de um dos
capítulos
- Sonho e Realidade –
do livro que escrevi,
com a intenção de contribuir com
ideias e metodologias
para movimentos sociais e
individuais.
O livro, só clicar:
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