Mamãe,
como Dilma,
cuidava
tanto de pessoas mais humildes
quanto
de si.
Quanto
mais vivo,
melhor lembro de mamãe.
Confiava,
confio nela
como
tenho confiado em Dilma.
Esta
minha visão de mundo.
Além
disto,
no
meu dia a dia,
cuido
de procurar me relacionar afetuosamente
com
meus vizinhos, amigos, filhos
e
com quem, de uma ou de outra forma,
convivo.
Confio
em Dilma
pelo
que percebo tem acontecido
com
pessoas menos favorecidas
financeira
e economicamente.
Vejo
muitos jovens, pobres
-
negros, brancos, de todas as cores –
em
faculdades e, melhor ainda,
com
as cabeças erguidas.
Adoro
isto.
Vejo
também
que
posso viver bem com recursos
mais
limitados.
Posso
falar do que sinto,
do
que percebo
e
meu limite está no direito do outro.
Democracia
é bom
e
tenho praticado todos os dias,
ao
meu redor.
Sinto,
do
que conheço dos amigos e amigas,
que
temos em comum este desejo
do
bem estar de todos
e
de nós próprios.
Mesmo
tendo, alguns de nós,
visões
de mundo diferentes uns dos outros.
É
o que tenho sentido...
e
isto estimula minha confiança
em
quem cuida da terra onde nasci.
Mais
confio quando me lembro
das
minhas próprias limitações.
Uma
torneira pinga,
uma
sujeira surge no assoalho daqui de casa
e,
às vezes, demoro uns dias
pra
consertar, varrer.
Imagino
o trabalhão que tem
uma
presidente da república
para
realizar o que todos desejamos.
Inda
mais com um Congresso
e
uma Justiça complexos.
E
a mídia talvez mais ainda.
Sabemos
que a interdependência
destes
3 poderes faz parte
do
sistema democrático que vivemos.
Tenho
me perguntado,
considerando
a realidade como é:
o
que está ao meu alcance fazer
para
colaborar com o bem estar
de
todos nós?
E,
repetidamente,
me
vem ao coração a resposta:
cuidar
dos afetos.
Cuidar
da qualidade das relações
com
quem no todo dia me relaciono:
filhos,
amigos, vizinhos,
colegas
e passantes.
E,
com boa vontade,
escolher
o que me faz bem
e,
a outros, também.
Assim,
quando
bem escolho,
vivo
a alegria de viver!
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